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Compra certeira: 5 perguntas para fazer a si mesma no provador

Na hora parecia uma boa ideia comprar aquela jaqueta, mas aí você chegou em casa e percebeu que não tinha feito uma compra consciente. E, pior: mesmo tentando usá-la para compor algum look, se deu conta de que a peça não tinha nada a ver com o seu estilo. Já aconteceu com você? Comigo, várias vezes! Para acabar com esse problema, listei as perguntas essenciais para fazer a si mesma no provador, olha só:

 

Cinco perguntas para fazer no provador

 

Eu já tenho algo assim?

  roupas na arara da loja

Às vezes a gente se apega tanto a um estilo que a vontade é ter várias peças parecidas. Mas seja sincera: você precisa MESMO de mais uma camisa branca? Antes de se deixar levar pelo impulso de levar algo semelhante ao que você já tem em casa, pare e reflita. Vale muito mais a pena apostar em uma camisa listrada, por exemplo, do que repetir figurinha.

 

Quantas vezes vou usar isso?

Pense bem antes de realizar uma compra

Se a resposta a essa pergunta for “menos de cinco vezes”, pense direitinho se não seria melhor sair do provador e desistir da compra imediatamente.

Sim, é bacana ter uma peça statement, que traga bastante informação de moda e roube a atenção no look. Eu também sei que parece irresistível a ideia de ter no armário uma coleção nova fresquinha para usar naquela estação. É quando você entra na Zara e, pronto, lá estão todas as peças que você viu nos blogs de moda para você chamar de suas!

Porém, em qualquer caso, é interessante refletir se essa peça irá combinar com mais de uma produção que você já tem ou se, em pouco tempo, será só uma peça esquecida no fundo do armário.

 

Isso realmente combina comigo?

Escolhas peças de acordo com sua personalidade

Às vezes, queremos tanto alguma coisa que sequer tiramos tempo para pensar se aquilo realmente tem a ver com a nossa personalidade. Afinal, nem sempre o que cai superbem em alguém combina com você.

Então, antes de passar no caixa, pergunte-se: “Quero essa peça por mim mesma ou apenas porque está todo mundo usando?”.

Nessa hora poderiam entrar todos aqueles conselhos de um personal stylist, para você observar o seu biotipo, as modelagens que lhe caem bem, as cores que lhe favorecem. Eu não sou muito fã disso não, devo confessar. Prefiro entender se aquela roupa é capaz de construir a imagem que você quer transmitir, se está de acordo com sua história, suas experiências, com o estilo que você quer ter. É uma questão de identificação com o seu eu, muito mais do que com o seu corpo, eu acho.

 

Eu quero isso só porque alguém tem?

Compras influenciadas pelas redes sociais

Em um mundo dominado por redes sociais é comum querer ter uma peça que outra pessoa tem – e tudo bem! Somos bombardeados o tempo todo por imagens que visam criar desejo. Ok, essa é a dinâmica dos tempos atuais. Só fique atenta e perceba se o desejo é genuíno ou se você está se sentindo obrigada a seguir alguma tendência.

 

Pior, se você está querendo copiar o estilo alheio. Se inspirar nas redes sociais, buscar ideias de looks legais, referências de estilo, produtos bacanas eu acho super válido! Só que isso deixa de ser legal quando faz você comprar algo que nada tem a ver com sua identidade. Você terá dificuldade de coordenar essa peça com as demais que fazem parte do seu armário.

 

Será que me sentirei culpada por isso mais tarde?

A compra deve ser de acordo com seu bolso

Nunca, jamais, a moda deve nos causar sofrimento. Comprar uma roupa precisa ser um ato de prazer e uma forma de nos comunicarmos com o mundo. Se você voltar para casa e não se sentir bem consigo mesma, porque acha que fez uma escolha errada ou porque gastou além do que deveria, está tudo errado. A dica é: faça essas perguntas, pense se a compra está adequada ao seu bolso e, só aí, tome uma decisão.

 

E aí, curtiu o Inspira de hoje? Espero que, seguindo esse guia, você cometa menos erros e tenha um guarda-roupa muito mais funcional e organizado!